NO DIA MUNDIAL DA EDUCAÇÃO, O INSTITUTO NATURA DESTACA O TRABALHO DE PROFESSORES E PROFESSORAS

 

Junto a marca Crer Para Ver, o Instituto reafirma as iniciativas da Natura para valorizar docentes enquanto pontes entre políticas públicas e estudantes

Não há educação sem os agentes que a promovem. São eles os responsáveis pela concretização do potencial transformador que a escola, os estudos e todo o processo educativo desenvolvem e possibilitam. Entre os atores fundamentais estão as professoras e os professores. O aluno sempre será o protagonista na trajetória de aprendizado, mas isso se acentua quando docentes são o foco das políticas públicas de educação.

Em celebração ao Dia Mundial da Educação, comemorado no dia 28 de abril, o Instituto Natura destaca experiências que apontam caminhos para a valorização do trabalho de educadoras e educadores no Brasil. Para que as iniciativas do Instituto sejam viabilizadas a Natura conta com a marca Crer para Ver, sua única linha de produtos não-cosméticos. A marca, que surgiu em 1995, reverte 100% dos seus lucros em investimentos voltados para a educação e o direito básico e universal de qualquer pessoa.

Toda caminhada escolar é guiada pelo trabalho de professoras e professores, dos primeiros aos últimos anos. O que faz da satisfação, formação e capacitação dos docentes objetivos a serem perseguidos. Hoje, os mais contentes com a carreira estão nas escolas de Ensino Médio Integral. Uma pesquisa do Instituto Sonho Grande, parceiro do Instituto Natura na implementação de políticas públicas para universalizar a escola em tempo integral, mostrou que, em comparação com quem dá aulas em escolas de turno parcial, os docentes do integral estão mais satisfeitos em seis indicadores analisados: satisfação com a carreira, valorização profissional, condições de trabalho, prática pedagógica, formações e relação com a comunidade.

Com dedicação exclusiva a uma escola, eles destoam da estatística de que 42% dos professores do Ensino Médio atuam em duas ou mais escolas, de acordo com o Censo Escolar. O levantamento também mostra que 77% dos educadores desse segmento lecionam para 150 alunos ou mais. O Ensino Médio Integral proporciona salário melhor, mais tempo de planejamento de aulas e a criação de vínculos mais profundos com toda a comunidade escolar. É uma referência para políticas públicas que querem estender essa qualidade de trabalho e esses direitos a todos os docentes da Educação Básica.

Professoras e professores são um ponto-chave para que o Ensino Médio Integral seja implementado com seu diferencial: a proposta de não ser apenas em tempo integral, mas com um olhar integral para os jovens. É um modelo que tem como pilares acolhimento, projeto de vida, protagonismo juvenil, disciplinas eletivas, aprendizagem na prática, orientações de estudo e tutoria, tudo focado em uma formação holística dos estudantes e que dialogue com a realidade deles.

Para o Diretor-Presidente do Instituto Natura, David Saad, as condições para um professor ser efetivamente integral incluem salário digno, formação de qualidade, materiais adequados, matriz curricular estruturada e infraestrutura. “As experiências do Ensino Médio Integral têm mostrado que é possível ir além do sonho da carreira docente valorizada e torná-la real“, avaliou em um artigo publicado em coautoria com a Diretora de Políticas Educacionais do Instituto Natura, Maria Slemenson.

Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, que abrigam o processo de alfabetização, os professores também são a base de tudo. Muitas vezes em contextos desafiadores, com atuação em diferentes escolas e salários baixos, eles são a fundação da Educação Básica. O trabalho do Instituto Natura para transformar a educação pública passa mais uma vez por olhar para aqueles que asseguram que crianças saibam ler e escrever na idade certa.

Nossas Histórias

Na pandemia, os professores foram importantes para vencer desafios que foram potencializados. No município de União dos Palmares, em Alagoas, a professora Ana Beatriz Bezerra leciona em uma escola de uma região rural, na Comunidade Quilombola Muquém. Diante da falta de acesso dos estudantes à tecnologia, ela ajudou a mobilizar a comunidade escolar para que os alunos não tivessem prejuízos com o estudo remoto e passou a imprimir, junto com outros docentes, o material das aulas. Pais e mães recolhiam o material semanalmente na escola para que as crianças pudessem estudar em casa, com o auxílio da professora pelo telefone. “No nosso grupo de whatsapp, construído pela equipe gestora da escola com os professores, eles também mandavam as atividades para que a gente pudesse avaliar o desempenho de cada um“, lembra a educadora.

O maior desafio era alfabetizar à distância e manter a atenção e o estímulo dos estudantes. Um elemento que a professora considera ter sido importante no processo foi o uso da cultura do quilombo como componente curricular. “A gente queria que eles trabalhassem de uma forma lúdica“, explica Ana Beatriz. “E unia, por exemplo, palavras da nossa cultura, como capoeira, ao trabalho com separação de sílabas, letras iniciais, quantidade de sílabas“. Um dos alunos que ela viu se transformar foi o Paulo, de 8 anos, que entrou na turma da professora em 2020 com dificuldades para ler e escrever. Participativo e comprometido com as tarefas recolhidas toda semana pela mãe, ele teve um dos melhores resultados da escola na avaliação de fluência realizada pelo estado Alagoas – prova que analisa a habilidade das crianças para ler e escrever.

Já na escola Juscelino Kubitschek, na cidade de Maringá, no Paraná, a professora Eliete Silvana Moreira, alinhada a uma educação antirracista que transforme vidas, está comprometida com um processo educativo que possibilite a estruturação de um projeto de vida e a construção de planos que respeitem as diferenças. A educadora avalia que melhorar a educação vai além de melhorar indicadores e analisar relatórios – ainda que isso também seja importante. “Quando eu tenho uma voz falando comigo, quando eu estou ouvindo esse adolescente e pontuando para ele o que dá certo e o que não dá, eu ofereço uma voz ativa a ele, parte de uma comunicação ativa“, explica.

Crer para ver – uma marca de impacto da Natura

A Natura considera a educação uma ferramenta fundamental para a construção de uma sociedade mais justa, diversa e inclusiva. Por meio de 100% dos lucros de Crer para Ver, a marca busca unir não só as Consultoras de Beleza Natura e colaboradores, mas também clientes, parceiros e toda a comunidade escolar em prol da realização de melhorias na educação do país.

Desde 1995, a única marca não-cosmética da Natura, já soma 27 anos de história e um investimento de mais de R$500 milhões em educação. Só em 2022, foram mais de 2,7 milhões de estudantes beneficiados e mais de 154 mil Consultoras e Consultores de Beleza Natura beneficiados por alguma oferta de educação.

“Através da venda dos produtos de Crer para Ver, unimos esforços formando uma grande comunidade onde a Natura e a consultora abrem mão de seu lucro para apoiar a causa da educação pública de qualidade. Com mais de R$500 milhões arrecadados e investidos em projetos de educação, Crer para Ver segue há 27 anos oferecendo uma linha de acessórios e papelaria para usar e presentear.”, finaliza Denise Coutinho, diretora de Marketing da Natura Brasil.

O Instituto Natura

Criado em 2010, o Instituto Natura quer transformar a educação pública, garantindo uma aprendizagem de qualidade para todas as crianças e jovens na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru. Também nos dedicamos ao desenvolvimento educacional das Consultoras Natura nos seis países.

O Compromisso com a Vida de Natura &Co, Visão 2030 da holding lançada em 2020, passa pela valorização do meio ambiente, dos direitos humanos e da diversidade, e da Educação. Em 1995, a Natura lançou a linha de produtos Crer Para Ver, cujos lucros são totalmente revertidos em investimentos nesta área.

O Instituto Natura, portanto, existe graças ao engajamento das Consultoras Natura que vendem Crer Para Ver, à população que abraça nossa causa e aos nossos parceiros dedicados à Educação na América Latina.

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